Seguindo os passos dos DJs e VJs, os WJs (webjockeys, webjays, weejays.. ) realizam suas ações dentro da web e mixam seus conteúdos em tempo real. a idéia do WJ é não só usar a web para navegar, mas também fazê-la um ambiente de performance ao vivo. Produções onlines individuais ou colaborativas se transformam em eventos coletivos.
WJ-S é um software para webperformances que permite que atores, webjockeys, artistas visuais e sonoros, netartistas, bloggers, designers gráficos, animadores, programadores, curadores, hackers-ativistas, teóricos das novas mídias, pioneiros e mutantes da web.. “tocar” ao vivo todo o conteúdo disponível na web.
site oficial do software aqui
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Esta é uma playlist criada por bram crevits, membro do vjtheory e cimatics. Nela constam alguns vídeos experimentais do início do seculo XX que influenciam a cultura VJing! .. pena que alguns vídeos estão indisponíveis!
Não consigo postar a playlist no blog, mas clique aqui para o link!
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Site sobre o Projeto Video Out. Um vídeo que faz um apanhado de coisas sobre video experimental, video arte e principalmente live video na cidade de nova york. artistas da cena noturna (clubs e raves) falam de suas raízes criativas e sonhos, descrevendo uma história da arte do video ao vivo nos ultimos trinta anos.
Assista ao trailer.
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A Associação Cultural Videobrasil criou um blog onde divulga as correspondências trocadas com Peter Greenaway sobre a organização de suas apresentações. Greenaway vem para o Brasil na ocasião do 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil, em outubro, quando vai apresentar seu projeto TULSE LUPER SUITCASE, que considera um “manifesto sobre o futuro do cinema”. Tudo começará com performances de live image (e seu supersoftware touch-screen), seguido de palestras e exibição de curtas e longas-metragens. No TULSE LUPER SUITCASE, Luper é um escritor desaparecido em 1989, deixando seu testamento em 92 maletas. A história do personagem e os objetos encontrados compõem uma trilogia de longas, DVD, site, jogo e as performances ao vivo do artista.
Pelo brog, que foi proposto pelo próprio Greenaway, dá pra ir tendo uma idéia do que é o projeto e de como será a apresentação, além de poder trocar informações com ele e com a produção do festival.
Segue o blog: http://blogdovideobrasil.blog.uol.com.br/
E o site do novo projeto: http://www.tulselupernetwork.com/basis.html
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O cara aí em cima é o VJ dinamarquês Fat Morgan, no mixer em momento Peter Hook na fase baixo na canela. Mais em http://www.fatmorgan.com/.
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reactable: basic demo #2
O REACTABLE é um instrumento musical eletrônico para várias performances simultaneas. As músicas são axecutadas através da movimentação de objetos (físicos) sobre uma superfície luminosa, que atua como interface. Atráves da movimentação e relação desses objetos os usuários podem criar complexas e dinamicas “topologias sônicas” usando geradores, filtros e moduladores, num tipo de sintetizador modular à base do toque.
O instrumento vem sendo desenvolvido por um grupo de luthiers/luteiros digitais na univerdade Pompeu Fabra em Barcelona.
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BALADA DO DEUS MORTO
Está no “YouTube” a documentação de Balada do Deus Morto. A peça, de Flávio de Carvalho, foi recriada a partir de oficinas com coordenção geral de Lívio Tragtenberg e coordenação de vídeo de Lucas Bambozzi. Abaixo, o texto de apresentação do espetáculo explica o percurso do projeto:
Em 1987, Livio Tragtenberg realizou pela primeira vez a encenação da peça O Bailado do deus morto, escrita pelo modernista Flávio de Carvalho, em 1933. Na época de Flávio, a peça foi censurada. Para fazer a encenação, Tragtenberg coordenou uma oficina cultural.
Vinte anos depois, Tragtenberg foi convidado para repetir a oficina. Para evitar a comparação com o trabalho inicial, o título da oficina foi mudado para Balada do deus morto. Livio contou com Lucas Bambozzi para coordenar a parte de vídeo da oficina, encarregada de fazer os vídeo cenários, reforçando a idéial inicial de Flávio de Carvalho de usar vários suportes e técnologias na peça.
Assim foi criada a Balada do deus morto, utilizando o potencial de cada participante coordenado por Tragtenberg e Bambozzi.
